Arquivo da categoria ‘Criações’

Publicado: 18/08/2011 por Flicsotera em Poemas
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Solidão que me preenche,
Nesta dança tudo é decadente.
Sou a alma dormente,
De quem te espera crente,
Na alvorada quente,
De uma dia decadente.
Sinto-me doente,
Só porque não estás presente.
Perco-me tremente,
No caminho punjente,
Sentindo a dor latente,
Porque estou ciente,
Que mais do que possivelmente,
Mesmo que sejas competente,
Não me sabes encontrar ….

Esta Imagem não nos pertence. Obrigada ao Criador.

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Publicado: 29/05/2011 por Flicsotera em Poemas
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Querer acordar em outro dia que não hoje,
Querer alargar o eu e quebrar a distância.
Magoa-me sentir que o ontem me foge.
Querer o amanhã será muita ganância?

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Desabitável

Publicado: 27/05/2011 por Flicsotera em Poemas
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Fatídico e desmiolado era o amor seu,
Granítica a sua pele sem ela,
No não existir dela se desvaneceu.
A vida sua apenas uma Cela.

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J

Publicado: 06/05/2011 por Flicsotera em Poemas
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Minh’alma se dividiu em duas,

Não sei como nem, quando.

As duas metades são tuas,

Enquanto eu seguir te amando.

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Publicado: 06/05/2011 por Flicsotera em Poemas
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Eis que chega retumbante,

Sem o cavalo da tradição.

Vem o nobre galante,

Só de teclado na mão.
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Sou…

Publicado: 25/04/2011 por Flicsotera em Textos
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Esta imagem não nos pertence. Obrigada ao criador.

 

Sou o vendaval sem aragem, a partida sem viagem

Sou a espera do inexistente, a eterna dor latente

Sou a espada numa parede, pulo no trapézio sem rede

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Coração de éter

Publicado: 25/04/2011 por Flicsotera em Textos
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Esta imagem não nos pertence. Obrigada ao Criador

 

Lentamente esta folha de papel branco se transforma de maneira igual aos meus momentos que se alteram, no entanto, estes padecem da calmaria necessária para compor frases.

O vendaval do meu negrume não são códigos algébricos são lascas de partes de mim que para além de quebradas se me espetam na carne e o me sangue chora. Chora porque esqueceu a sua função, esqueceu a rota da sua existência e esqueceu ainda que deve ajudar na sobrevivência.

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