Arquivo da categoria ‘Textos’

Sou…

Publicado: 25/04/2011 por Flicsotera em Textos
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Esta imagem não nos pertence. Obrigada ao criador.

 

Sou o vendaval sem aragem, a partida sem viagem

Sou a espera do inexistente, a eterna dor latente

Sou a espada numa parede, pulo no trapézio sem rede

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Coração de éter

Publicado: 25/04/2011 por Flicsotera em Textos
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Esta imagem não nos pertence. Obrigada ao Criador

 

Lentamente esta folha de papel branco se transforma de maneira igual aos meus momentos que se alteram, no entanto, estes padecem da calmaria necessária para compor frases.

O vendaval do meu negrume não são códigos algébricos são lascas de partes de mim que para além de quebradas se me espetam na carne e o me sangue chora. Chora porque esqueceu a sua função, esqueceu a rota da sua existência e esqueceu ainda que deve ajudar na sobrevivência.

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Illecaro- Parte II

Publicado: 19/04/2011 por Flicsotera em Textos
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Os Raios solares incidiam quentes sobre a pele acizentada de Illecaro. E essa boa sensação fizera-o fechar os olhos e absorver o momento num suspiro de paz.

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Uma flor…

Publicado: 12/04/2011 por Shalott L. em Criações, Pensamentos, Textos
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Uma flor amarela em uma poça de água, gotas de chuva a caindo de um céu cinzento. Em um caminho movimentado, passos a agitar a superfície, sem descanso, e a flor alí, invisível aos olhos dos trausentes… Pétalas amassadas, magoadas, de uma comum flor amarela…

Aquela flor, tão frágil, apenas uma mancha de cor…

Uma flor sonha?

Pisada, magoada… em uma poça num dia de chuva…

Illecaro – Pt 1

Publicado: 25/03/2011 por Flicsotera em Textos
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Esta Imagem não nos pertence. Obrigada ao Criador.

Era uma vez um reino encantado chamado Apilif. Nesse reino todos viviam na mais pura de todas as harmonias e a honestidade era o prato do dia. Era o Local perfeito para se viver e todos que ali moravam sabiam disso.

Um dos habitantes do reino era um elefante mágico que gostava de dar longos passeios pelos prados verdejantes. Esse elefante era enorme e, por isso, sentia-se um pouco marginalizado por aquela comunidade perfeita. Ele era como que a ovelha negra num rebanho imaculado.O elefante jamais se tinha conseguido encaixar no meio dos outros animais de Apilif e a sua condição como ser mágico não ajudava em nada.

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Acesse aqui a primeira parte

Acesse aqui a segunda parte


A Mansão de Tenório… Tragédias

Don Juan: “um minutinho”
Don Luís Merria: (?????) …………….

(Don Luis abaixa a guarda, e Don Juan rapidamente acerta Don Luís que cai estirado no chão)

Criada: Se querem saber a verdade este ja vai deixar saudade (examinando o corpo)
Dona Inês: Cuidado! Ai vem o meu pai
Mensageiro: Põe coleira, senão ele sai!
Don Juan: É o Comendador?
Comendador: Sou eu mesmo sim senhor.
Comendador: Onde está esse galhorda que a minha paciência transborda
Don Juan: Com certeza é muito “górda”
Don Juan: Comendador bom amigo, Dona Inês será minha um dia, e casando-se comigo já ganha loteria.

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Acesse aqui a primeira parte


A Mansão de Tenório…Don Juan e a Criada, Sequestro de Inês

Don Juan – Belíssima Dona Inês, frágil como uma gaivota, está Don Juan aos teus pés, e você ai dorminhoca.
Don Juan – Ela sabe onde ela está?
Criada – Nem a mais leve suspeita
Don Juan – Pois que cuide que não se vá, vou a primeira à direita. (Banheiro)
Don Juan – Ah! Se meu criado regressar diga-lhe que não demoro muito
Criada Não esquente a cabeça
Don Juan – Grato…
Criada – Às suas ordens, gato! (mais…)